A ave vermelha De asas enormes Piou três vezes Enquanto rodava. Rodava e voava Em volta de mim. Cansada, Posou-me no peito E com o bico Curvo e longo Desfez-me o sonho Arrancou-me o amor Levou-me o coração. A piar A ave vermelha Voou para donde veio Cruzou céus de infinito Mundos de tempo E levava nas asas Enquanto piava Toda a minha vida Num só grito. A ave era eu. Autora: Rita Sá, 27/08/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VÍSCERAS Vísceras Em Sangue E são carne viva De amor De paixão Ou das duas coisas Ou de coisa nenhuma. Depois o mar Quem chega docemente E se deita sobre a areia Assim num beijo longo Dançando dentro dela E entrando Deixando-a molhada E ela escorrega Nos seus braços de água Fundindo-se De amor E sexo Com ele. E assim Viscerais e completos Um no outro Mar e terra Cheios de amor Ou de paixão Ou de coisa nenhuma. Como tu e eu. Ou como toda a gente. Ou como gente nenhuma. Autora: Rita Sá, 25/09/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima A BARCA o deserto seco é o oceano todo que abarca a barca e dentro leva-me a vida navegando pelos mares e rios e rio- -me no limiar entre loucura pura e morte lenta. o vazio na barca flutua sobre o mar o silêncio navega e atracada num porto sem palavra sem som muda e sem coisa nenhuma contigo só à beira dum precipício. a minha barca que te abarca todo navega perdida pelos oceanos fora sem nunca sair sempre presa ao mesmo porto. o deserto tu e o meu amor por ti. Autora: Rita Sá, 28/10/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima INTERRUPTOR Primeiro saiste Não fechaste a porta Atrás de ti Apagaste a luz Deixaste o medo Acomodar-se Fazer cama Deitar-se comigo O pavor de sair Pela porta Que deixaste Entreaberta Para voltares E tornares a sair Sempre que querias. Depois voltaste Abriste a porta toda Largaste o meu medo Num canto escuro Do quarto Acendeste a luz O vazio que ficou Desfez-se do nó Da agonia Em que se tinha Transformado. Fez-se um lago Cheio de tudo E de luz E a porta Que ficou entreaberta Voltaste a encostá-la No escuro Apagando a luz Foste saindo novamente. E Novamente Fiquei no vazio E o medo Deitou-se comigo Outra vez. Autora: Rita Sá, 01/11/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima GRITO Há um grito Preso Mudo Feito novelo Que dói A garganta Canta Alma O deserto Eco Fora Mar imenso O grito Corre Muito Tropeça No vazio Da pressa E Ao levantar-se O céu Limpo Espanta-se Vê-se reflectido Num espelho Branco De oco Transparente O grito Era uma lágrima Feita mar Feita terra Desagua Neste oceano Feito tu E que és tu Que transbordas De dentro De mim De todas as coisas E de nada. O grito Eu E este silêncio Sanguíneo. Autora: Rita Sá, 01/11/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima SONHO Quero O sonho Bonito Áureo Sonhado E simples. Querido, Quero-te Sorrindo Como em sonhos Dói- -me De sono A anestesia. Breve Acordar O frio Janela aberta Vejo-te Morte Que bailas No meu rio. Autora: Rita Sá, 01/11/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima OLHOS Que viesses De mansinho Chegasses E os teus olhos Nos meus. Que sorrisses Com carinho Olhavas-me E os teus olhos Perdidos Em beijos Poisavam Nos meus. Autora: Rita Sá, 01/11/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima SANGUÍNEO a força do mar contra a barra rasga-se dentro de mim [naufraga perdida] por ti Autora: Rita Sá, 04/11/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima PORTO DE ABRIGO meu rio deságua em parte incerta o teu colo abraça a minha nau amarras soltas tocam guitarras e fragas navegam abraçadas ao teu porto [falésia incerta] vida em mim Autora: Rita Sá, 07/11/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima FALHA TÉCNICA O pano Há muito que desceu. Os actores Abandonam o palco. Apago as luzes, E saio de cena Em completa escuridão. Autora: Rita Sá, Madrugada de 29/11/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima LAGO DOS CISNES Hoje sonhei-te em mim febre e frio água e deserto dor e milagre grito de anunciação calor do incêndio de um amor cortante seda dança enlouquecida Autora: Rita Sá, 08/12/1999 [Revisto por Eliana Mora, 08/12/1999] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima FACA DE 100 GUMES Tu E Eu [fico] Perdida [sem ti] E Esquartejada [sem mim] Autora: Rita Sá, 18/12/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? 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Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VEIA Rio Corrente Queima E escorre Sangue Palpitante Crepita E morre Saudade Ofuscante Busca O Norte Amor Desamor Princípio E fim [loucura de mim] Autora: Rita Sá, 16/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima CASTIGO Prendes-me no freio Rasgas-me a carne Bates-me na alma Com toda a força Do teu desamor. Eu quebro perdida Triste Enlouquecida Por te amar [sem mais] Demais. Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AQUARELA Pôr do Sol Pôr de mim Fim de tarde [Meu] Em ti Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VALSA LENTA Movimento contínuo Dança lenta Balada enlouquecida Batida leve Mágoa brilhante Dor sem sangue Amor sem fim Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima RESTOS Estilhaços de mim espalhados por aí nessa estrada cheia de ti Espelho quebrado ao vento Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima A MORTE DO SORRISO Que havia sido O sorriso [o meu] Que te prendera E agora Que já não sei mais Como re-sorrir Perco-te Num rosto fechado [endoidecido] Sobre o nada Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima
Vísceras Em Sangue E são carne viva De amor De paixão Ou das duas coisas Ou de coisa nenhuma. Depois o mar Quem chega docemente E se deita sobre a areia Assim num beijo longo Dançando dentro dela E entrando Deixando-a molhada E ela escorrega Nos seus braços de água Fundindo-se De amor E sexo Com ele. E assim Viscerais e completos Um no outro Mar e terra Cheios de amor Ou de paixão Ou de coisa nenhuma. Como tu e eu. Ou como toda a gente. Ou como gente nenhuma. Autora: Rita Sá, 25/09/1999 Gostou desta página? 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Depois voltaste Abriste a porta toda Largaste o meu medo Num canto escuro Do quarto Acendeste a luz O vazio que ficou Desfez-se do nó Da agonia Em que se tinha Transformado. Fez-se um lago Cheio de tudo E de luz E a porta Que ficou entreaberta Voltaste a encostá-la No escuro Apagando a luz Foste saindo novamente. E Novamente Fiquei no vazio E o medo Deitou-se comigo Outra vez. Autora: Rita Sá, 01/11/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima GRITO Há um grito Preso Mudo Feito novelo Que dói A garganta Canta Alma O deserto Eco Fora Mar imenso O grito Corre Muito Tropeça No vazio Da pressa E Ao levantar-se O céu Limpo Espanta-se Vê-se reflectido Num espelho Branco De oco Transparente O grito Era uma lágrima Feita mar Feita terra Desagua Neste oceano Feito tu E que és tu Que transbordas De dentro De mim De todas as coisas E de nada. O grito Eu E este silêncio Sanguíneo. Autora: Rita Sá, 01/11/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima SONHO Quero O sonho Bonito Áureo Sonhado E simples. Querido, Quero-te Sorrindo Como em sonhos Dói- -me De sono A anestesia. Breve Acordar O frio Janela aberta Vejo-te Morte Que bailas No meu rio. Autora: Rita Sá, 01/11/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima OLHOS Que viesses De mansinho Chegasses E os teus olhos Nos meus. Que sorrisses Com carinho Olhavas-me E os teus olhos Perdidos Em beijos Poisavam Nos meus. Autora: Rita Sá, 01/11/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima SANGUÍNEO a força do mar contra a barra rasga-se dentro de mim [naufraga perdida] por ti Autora: Rita Sá, 04/11/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? 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o deserto seco é o oceano todo que abarca a barca e dentro leva-me a vida navegando pelos mares e rios e rio- -me no limiar entre loucura pura e morte lenta. o vazio na barca flutua sobre o mar o silêncio navega e atracada num porto sem palavra sem som muda e sem coisa nenhuma contigo só à beira dum precipício. a minha barca que te abarca todo navega perdida pelos oceanos fora sem nunca sair sempre presa ao mesmo porto. o deserto tu e o meu amor por ti. Autora: Rita Sá, 28/10/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima INTERRUPTOR Primeiro saiste Não fechaste a porta Atrás de ti Apagaste a luz Deixaste o medo Acomodar-se Fazer cama Deitar-se comigo O pavor de sair Pela porta Que deixaste Entreaberta Para voltares E tornares a sair Sempre que querias. Depois voltaste Abriste a porta toda Largaste o meu medo Num canto escuro Do quarto Acendeste a luz O vazio que ficou Desfez-se do nó Da agonia Em que se tinha Transformado. Fez-se um lago Cheio de tudo E de luz E a porta Que ficou entreaberta Voltaste a encostá-la No escuro Apagando a luz Foste saindo novamente. E Novamente Fiquei no vazio E o medo Deitou-se comigo Outra vez. Autora: Rita Sá, 01/11/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima GRITO Há um grito Preso Mudo Feito novelo Que dói A garganta Canta Alma O deserto Eco Fora Mar imenso O grito Corre Muito Tropeça No vazio Da pressa E Ao levantar-se O céu Limpo Espanta-se Vê-se reflectido Num espelho Branco De oco Transparente O grito Era uma lágrima Feita mar Feita terra Desagua Neste oceano Feito tu E que és tu Que transbordas De dentro De mim De todas as coisas E de nada. O grito Eu E este silêncio Sanguíneo. Autora: Rita Sá, 01/11/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima SONHO Quero O sonho Bonito Áureo Sonhado E simples. Querido, Quero-te Sorrindo Como em sonhos Dói- -me De sono A anestesia. Breve Acordar O frio Janela aberta Vejo-te Morte Que bailas No meu rio. Autora: Rita Sá, 01/11/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima OLHOS Que viesses De mansinho Chegasses E os teus olhos Nos meus. Que sorrisses Com carinho Olhavas-me E os teus olhos Perdidos Em beijos Poisavam Nos meus. Autora: Rita Sá, 01/11/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima SANGUÍNEO a força do mar contra a barra rasga-se dentro de mim [naufraga perdida] por ti Autora: Rita Sá, 04/11/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? 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Primeiro saiste Não fechaste a porta Atrás de ti Apagaste a luz Deixaste o medo Acomodar-se Fazer cama Deitar-se comigo O pavor de sair Pela porta Que deixaste Entreaberta Para voltares E tornares a sair Sempre que querias. Depois voltaste Abriste a porta toda Largaste o meu medo Num canto escuro Do quarto Acendeste a luz O vazio que ficou Desfez-se do nó Da agonia Em que se tinha Transformado. Fez-se um lago Cheio de tudo E de luz E a porta Que ficou entreaberta Voltaste a encostá-la No escuro Apagando a luz Foste saindo novamente. E Novamente Fiquei no vazio E o medo Deitou-se comigo Outra vez. Autora: Rita Sá, 01/11/1999 Gostou desta página? 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Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima FALHA TÉCNICA O pano Há muito que desceu. Os actores Abandonam o palco. Apago as luzes, E saio de cena Em completa escuridão. Autora: Rita Sá, Madrugada de 29/11/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima LAGO DOS CISNES Hoje sonhei-te em mim febre e frio água e deserto dor e milagre grito de anunciação calor do incêndio de um amor cortante seda dança enlouquecida Autora: Rita Sá, 08/12/1999 [Revisto por Eliana Mora, 08/12/1999] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima FACA DE 100 GUMES Tu E Eu [fico] Perdida [sem ti] E Esquartejada [sem mim] Autora: Rita Sá, 18/12/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AREAL desejo-te em mar rodopio de sangue minha porcelana quebrada em véu de marfim carne em pedra vento em chamas fugindo louco tão louco de mim. Autora: Rita Sá, 09/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AS CORES DA SAUDADE há em mim uma imensa valsa branca e dentro dela pequenos tangos amarelos aqui a noite é eterna não contém [nela] nem principio nem fim aqui dentro de mim corre a veia e tudo é vazio [de ti] Autora: Rita Sá, 09/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima BARQUEIRO Neste mar de música Sons e melodias Embalo-me Balançando Suavemente Ao sabor das ondas Buscando A eterna chegada Dum barquinho Que me navegue Docemente Além da outra margem Autora: Rita Sá, 15/12/1999 [Revisto por José Félix] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VEIA Rio Corrente Queima E escorre Sangue Palpitante Crepita E morre Saudade Ofuscante Busca O Norte Amor Desamor Princípio E fim [loucura de mim] Autora: Rita Sá, 16/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima CASTIGO Prendes-me no freio Rasgas-me a carne Bates-me na alma Com toda a força Do teu desamor. Eu quebro perdida Triste Enlouquecida Por te amar [sem mais] Demais. Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AQUARELA Pôr do Sol Pôr de mim Fim de tarde [Meu] Em ti Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VALSA LENTA Movimento contínuo Dança lenta Balada enlouquecida Batida leve Mágoa brilhante Dor sem sangue Amor sem fim Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima RESTOS Estilhaços de mim espalhados por aí nessa estrada cheia de ti Espelho quebrado ao vento Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima A MORTE DO SORRISO Que havia sido O sorriso [o meu] Que te prendera E agora Que já não sei mais Como re-sorrir Perco-te Num rosto fechado [endoidecido] Sobre o nada Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima
Há um grito Preso Mudo Feito novelo Que dói A garganta Canta Alma O deserto Eco Fora Mar imenso O grito Corre Muito Tropeça No vazio Da pressa E Ao levantar-se O céu Limpo Espanta-se Vê-se reflectido Num espelho Branco De oco Transparente O grito Era uma lágrima Feita mar Feita terra Desagua Neste oceano Feito tu E que és tu Que transbordas De dentro De mim De todas as coisas E de nada. O grito Eu E este silêncio Sanguíneo. Autora: Rita Sá, 01/11/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima SONHO Quero O sonho Bonito Áureo Sonhado E simples. Querido, Quero-te Sorrindo Como em sonhos Dói- -me De sono A anestesia. Breve Acordar O frio Janela aberta Vejo-te Morte Que bailas No meu rio. Autora: Rita Sá, 01/11/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima OLHOS Que viesses De mansinho Chegasses E os teus olhos Nos meus. Que sorrisses Com carinho Olhavas-me E os teus olhos Perdidos Em beijos Poisavam Nos meus. Autora: Rita Sá, 01/11/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima SANGUÍNEO a força do mar contra a barra rasga-se dentro de mim [naufraga perdida] por ti Autora: Rita Sá, 04/11/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima PORTO DE ABRIGO meu rio deságua em parte incerta o teu colo abraça a minha nau amarras soltas tocam guitarras e fragas navegam abraçadas ao teu porto [falésia incerta] vida em mim Autora: Rita Sá, 07/11/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima FALHA TÉCNICA O pano Há muito que desceu. Os actores Abandonam o palco. Apago as luzes, E saio de cena Em completa escuridão. Autora: Rita Sá, Madrugada de 29/11/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima LAGO DOS CISNES Hoje sonhei-te em mim febre e frio água e deserto dor e milagre grito de anunciação calor do incêndio de um amor cortante seda dança enlouquecida Autora: Rita Sá, 08/12/1999 [Revisto por Eliana Mora, 08/12/1999] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima FACA DE 100 GUMES Tu E Eu [fico] Perdida [sem ti] E Esquartejada [sem mim] Autora: Rita Sá, 18/12/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AREAL desejo-te em mar rodopio de sangue minha porcelana quebrada em véu de marfim carne em pedra vento em chamas fugindo louco tão louco de mim. Autora: Rita Sá, 09/12/1999 Gostou desta página? 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Quero O sonho Bonito Áureo Sonhado E simples. Querido, Quero-te Sorrindo Como em sonhos Dói- -me De sono A anestesia. Breve Acordar O frio Janela aberta Vejo-te Morte Que bailas No meu rio. Autora: Rita Sá, 01/11/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima OLHOS Que viesses De mansinho Chegasses E os teus olhos Nos meus. Que sorrisses Com carinho Olhavas-me E os teus olhos Perdidos Em beijos Poisavam Nos meus. Autora: Rita Sá, 01/11/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima SANGUÍNEO a força do mar contra a barra rasga-se dentro de mim [naufraga perdida] por ti Autora: Rita Sá, 04/11/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima PORTO DE ABRIGO meu rio deságua em parte incerta o teu colo abraça a minha nau amarras soltas tocam guitarras e fragas navegam abraçadas ao teu porto [falésia incerta] vida em mim Autora: Rita Sá, 07/11/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima FALHA TÉCNICA O pano Há muito que desceu. Os actores Abandonam o palco. Apago as luzes, E saio de cena Em completa escuridão. Autora: Rita Sá, Madrugada de 29/11/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima LAGO DOS CISNES Hoje sonhei-te em mim febre e frio água e deserto dor e milagre grito de anunciação calor do incêndio de um amor cortante seda dança enlouquecida Autora: Rita Sá, 08/12/1999 [Revisto por Eliana Mora, 08/12/1999] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima FACA DE 100 GUMES Tu E Eu [fico] Perdida [sem ti] E Esquartejada [sem mim] Autora: Rita Sá, 18/12/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AREAL desejo-te em mar rodopio de sangue minha porcelana quebrada em véu de marfim carne em pedra vento em chamas fugindo louco tão louco de mim. Autora: Rita Sá, 09/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AS CORES DA SAUDADE há em mim uma imensa valsa branca e dentro dela pequenos tangos amarelos aqui a noite é eterna não contém [nela] nem principio nem fim aqui dentro de mim corre a veia e tudo é vazio [de ti] Autora: Rita Sá, 09/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima BARQUEIRO Neste mar de música Sons e melodias Embalo-me Balançando Suavemente Ao sabor das ondas Buscando A eterna chegada Dum barquinho Que me navegue Docemente Além da outra margem Autora: Rita Sá, 15/12/1999 [Revisto por José Félix] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VEIA Rio Corrente Queima E escorre Sangue Palpitante Crepita E morre Saudade Ofuscante Busca O Norte Amor Desamor Princípio E fim [loucura de mim] Autora: Rita Sá, 16/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima CASTIGO Prendes-me no freio Rasgas-me a carne Bates-me na alma Com toda a força Do teu desamor. Eu quebro perdida Triste Enlouquecida Por te amar [sem mais] Demais. Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AQUARELA Pôr do Sol Pôr de mim Fim de tarde [Meu] Em ti Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VALSA LENTA Movimento contínuo Dança lenta Balada enlouquecida Batida leve Mágoa brilhante Dor sem sangue Amor sem fim Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima RESTOS Estilhaços de mim espalhados por aí nessa estrada cheia de ti Espelho quebrado ao vento Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima A MORTE DO SORRISO Que havia sido O sorriso [o meu] Que te prendera E agora Que já não sei mais Como re-sorrir Perco-te Num rosto fechado [endoidecido] Sobre o nada Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima
Que viesses De mansinho Chegasses E os teus olhos Nos meus. Que sorrisses Com carinho Olhavas-me E os teus olhos Perdidos Em beijos Poisavam Nos meus. Autora: Rita Sá, 01/11/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima SANGUÍNEO a força do mar contra a barra rasga-se dentro de mim [naufraga perdida] por ti Autora: Rita Sá, 04/11/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima PORTO DE ABRIGO meu rio deságua em parte incerta o teu colo abraça a minha nau amarras soltas tocam guitarras e fragas navegam abraçadas ao teu porto [falésia incerta] vida em mim Autora: Rita Sá, 07/11/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima FALHA TÉCNICA O pano Há muito que desceu. Os actores Abandonam o palco. Apago as luzes, E saio de cena Em completa escuridão. Autora: Rita Sá, Madrugada de 29/11/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima LAGO DOS CISNES Hoje sonhei-te em mim febre e frio água e deserto dor e milagre grito de anunciação calor do incêndio de um amor cortante seda dança enlouquecida Autora: Rita Sá, 08/12/1999 [Revisto por Eliana Mora, 08/12/1999] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima FACA DE 100 GUMES Tu E Eu [fico] Perdida [sem ti] E Esquartejada [sem mim] Autora: Rita Sá, 18/12/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AREAL desejo-te em mar rodopio de sangue minha porcelana quebrada em véu de marfim carne em pedra vento em chamas fugindo louco tão louco de mim. Autora: Rita Sá, 09/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AS CORES DA SAUDADE há em mim uma imensa valsa branca e dentro dela pequenos tangos amarelos aqui a noite é eterna não contém [nela] nem principio nem fim aqui dentro de mim corre a veia e tudo é vazio [de ti] Autora: Rita Sá, 09/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima BARQUEIRO Neste mar de música Sons e melodias Embalo-me Balançando Suavemente Ao sabor das ondas Buscando A eterna chegada Dum barquinho Que me navegue Docemente Além da outra margem Autora: Rita Sá, 15/12/1999 [Revisto por José Félix] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VEIA Rio Corrente Queima E escorre Sangue Palpitante Crepita E morre Saudade Ofuscante Busca O Norte Amor Desamor Princípio E fim [loucura de mim] Autora: Rita Sá, 16/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima CASTIGO Prendes-me no freio Rasgas-me a carne Bates-me na alma Com toda a força Do teu desamor. Eu quebro perdida Triste Enlouquecida Por te amar [sem mais] Demais. Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AQUARELA Pôr do Sol Pôr de mim Fim de tarde [Meu] Em ti Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VALSA LENTA Movimento contínuo Dança lenta Balada enlouquecida Batida leve Mágoa brilhante Dor sem sangue Amor sem fim Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima RESTOS Estilhaços de mim espalhados por aí nessa estrada cheia de ti Espelho quebrado ao vento Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima A MORTE DO SORRISO Que havia sido O sorriso [o meu] Que te prendera E agora Que já não sei mais Como re-sorrir Perco-te Num rosto fechado [endoidecido] Sobre o nada Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima
a força do mar contra a barra rasga-se dentro de mim [naufraga perdida] por ti Autora: Rita Sá, 04/11/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima PORTO DE ABRIGO meu rio deságua em parte incerta o teu colo abraça a minha nau amarras soltas tocam guitarras e fragas navegam abraçadas ao teu porto [falésia incerta] vida em mim Autora: Rita Sá, 07/11/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima FALHA TÉCNICA O pano Há muito que desceu. Os actores Abandonam o palco. Apago as luzes, E saio de cena Em completa escuridão. Autora: Rita Sá, Madrugada de 29/11/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima LAGO DOS CISNES Hoje sonhei-te em mim febre e frio água e deserto dor e milagre grito de anunciação calor do incêndio de um amor cortante seda dança enlouquecida Autora: Rita Sá, 08/12/1999 [Revisto por Eliana Mora, 08/12/1999] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima FACA DE 100 GUMES Tu E Eu [fico] Perdida [sem ti] E Esquartejada [sem mim] Autora: Rita Sá, 18/12/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AREAL desejo-te em mar rodopio de sangue minha porcelana quebrada em véu de marfim carne em pedra vento em chamas fugindo louco tão louco de mim. Autora: Rita Sá, 09/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AS CORES DA SAUDADE há em mim uma imensa valsa branca e dentro dela pequenos tangos amarelos aqui a noite é eterna não contém [nela] nem principio nem fim aqui dentro de mim corre a veia e tudo é vazio [de ti] Autora: Rita Sá, 09/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima BARQUEIRO Neste mar de música Sons e melodias Embalo-me Balançando Suavemente Ao sabor das ondas Buscando A eterna chegada Dum barquinho Que me navegue Docemente Além da outra margem Autora: Rita Sá, 15/12/1999 [Revisto por José Félix] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VEIA Rio Corrente Queima E escorre Sangue Palpitante Crepita E morre Saudade Ofuscante Busca O Norte Amor Desamor Princípio E fim [loucura de mim] Autora: Rita Sá, 16/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima CASTIGO Prendes-me no freio Rasgas-me a carne Bates-me na alma Com toda a força Do teu desamor. Eu quebro perdida Triste Enlouquecida Por te amar [sem mais] Demais. Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AQUARELA Pôr do Sol Pôr de mim Fim de tarde [Meu] Em ti Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VALSA LENTA Movimento contínuo Dança lenta Balada enlouquecida Batida leve Mágoa brilhante Dor sem sangue Amor sem fim Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima RESTOS Estilhaços de mim espalhados por aí nessa estrada cheia de ti Espelho quebrado ao vento Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima A MORTE DO SORRISO Que havia sido O sorriso [o meu] Que te prendera E agora Que já não sei mais Como re-sorrir Perco-te Num rosto fechado [endoidecido] Sobre o nada Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima
meu rio deságua em parte incerta o teu colo abraça a minha nau amarras soltas tocam guitarras e fragas navegam abraçadas ao teu porto [falésia incerta] vida em mim Autora: Rita Sá, 07/11/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima FALHA TÉCNICA O pano Há muito que desceu. Os actores Abandonam o palco. Apago as luzes, E saio de cena Em completa escuridão. Autora: Rita Sá, Madrugada de 29/11/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima LAGO DOS CISNES Hoje sonhei-te em mim febre e frio água e deserto dor e milagre grito de anunciação calor do incêndio de um amor cortante seda dança enlouquecida Autora: Rita Sá, 08/12/1999 [Revisto por Eliana Mora, 08/12/1999] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima FACA DE 100 GUMES Tu E Eu [fico] Perdida [sem ti] E Esquartejada [sem mim] Autora: Rita Sá, 18/12/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AREAL desejo-te em mar rodopio de sangue minha porcelana quebrada em véu de marfim carne em pedra vento em chamas fugindo louco tão louco de mim. Autora: Rita Sá, 09/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AS CORES DA SAUDADE há em mim uma imensa valsa branca e dentro dela pequenos tangos amarelos aqui a noite é eterna não contém [nela] nem principio nem fim aqui dentro de mim corre a veia e tudo é vazio [de ti] Autora: Rita Sá, 09/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima BARQUEIRO Neste mar de música Sons e melodias Embalo-me Balançando Suavemente Ao sabor das ondas Buscando A eterna chegada Dum barquinho Que me navegue Docemente Além da outra margem Autora: Rita Sá, 15/12/1999 [Revisto por José Félix] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VEIA Rio Corrente Queima E escorre Sangue Palpitante Crepita E morre Saudade Ofuscante Busca O Norte Amor Desamor Princípio E fim [loucura de mim] Autora: Rita Sá, 16/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima CASTIGO Prendes-me no freio Rasgas-me a carne Bates-me na alma Com toda a força Do teu desamor. Eu quebro perdida Triste Enlouquecida Por te amar [sem mais] Demais. Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AQUARELA Pôr do Sol Pôr de mim Fim de tarde [Meu] Em ti Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VALSA LENTA Movimento contínuo Dança lenta Balada enlouquecida Batida leve Mágoa brilhante Dor sem sangue Amor sem fim Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima RESTOS Estilhaços de mim espalhados por aí nessa estrada cheia de ti Espelho quebrado ao vento Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima A MORTE DO SORRISO Que havia sido O sorriso [o meu] Que te prendera E agora Que já não sei mais Como re-sorrir Perco-te Num rosto fechado [endoidecido] Sobre o nada Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima
O pano Há muito que desceu. Os actores Abandonam o palco. Apago as luzes, E saio de cena Em completa escuridão. Autora: Rita Sá, Madrugada de 29/11/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima LAGO DOS CISNES Hoje sonhei-te em mim febre e frio água e deserto dor e milagre grito de anunciação calor do incêndio de um amor cortante seda dança enlouquecida Autora: Rita Sá, 08/12/1999 [Revisto por Eliana Mora, 08/12/1999] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima FACA DE 100 GUMES Tu E Eu [fico] Perdida [sem ti] E Esquartejada [sem mim] Autora: Rita Sá, 18/12/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AREAL desejo-te em mar rodopio de sangue minha porcelana quebrada em véu de marfim carne em pedra vento em chamas fugindo louco tão louco de mim. Autora: Rita Sá, 09/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AS CORES DA SAUDADE há em mim uma imensa valsa branca e dentro dela pequenos tangos amarelos aqui a noite é eterna não contém [nela] nem principio nem fim aqui dentro de mim corre a veia e tudo é vazio [de ti] Autora: Rita Sá, 09/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima BARQUEIRO Neste mar de música Sons e melodias Embalo-me Balançando Suavemente Ao sabor das ondas Buscando A eterna chegada Dum barquinho Que me navegue Docemente Além da outra margem Autora: Rita Sá, 15/12/1999 [Revisto por José Félix] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VEIA Rio Corrente Queima E escorre Sangue Palpitante Crepita E morre Saudade Ofuscante Busca O Norte Amor Desamor Princípio E fim [loucura de mim] Autora: Rita Sá, 16/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima CASTIGO Prendes-me no freio Rasgas-me a carne Bates-me na alma Com toda a força Do teu desamor. Eu quebro perdida Triste Enlouquecida Por te amar [sem mais] Demais. Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AQUARELA Pôr do Sol Pôr de mim Fim de tarde [Meu] Em ti Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VALSA LENTA Movimento contínuo Dança lenta Balada enlouquecida Batida leve Mágoa brilhante Dor sem sangue Amor sem fim Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima RESTOS Estilhaços de mim espalhados por aí nessa estrada cheia de ti Espelho quebrado ao vento Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima A MORTE DO SORRISO Que havia sido O sorriso [o meu] Que te prendera E agora Que já não sei mais Como re-sorrir Perco-te Num rosto fechado [endoidecido] Sobre o nada Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima
Hoje sonhei-te em mim febre e frio água e deserto dor e milagre grito de anunciação calor do incêndio de um amor cortante seda dança enlouquecida Autora: Rita Sá, 08/12/1999 [Revisto por Eliana Mora, 08/12/1999] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima FACA DE 100 GUMES Tu E Eu [fico] Perdida [sem ti] E Esquartejada [sem mim] Autora: Rita Sá, 18/12/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AREAL desejo-te em mar rodopio de sangue minha porcelana quebrada em véu de marfim carne em pedra vento em chamas fugindo louco tão louco de mim. Autora: Rita Sá, 09/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AS CORES DA SAUDADE há em mim uma imensa valsa branca e dentro dela pequenos tangos amarelos aqui a noite é eterna não contém [nela] nem principio nem fim aqui dentro de mim corre a veia e tudo é vazio [de ti] Autora: Rita Sá, 09/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima BARQUEIRO Neste mar de música Sons e melodias Embalo-me Balançando Suavemente Ao sabor das ondas Buscando A eterna chegada Dum barquinho Que me navegue Docemente Além da outra margem Autora: Rita Sá, 15/12/1999 [Revisto por José Félix] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VEIA Rio Corrente Queima E escorre Sangue Palpitante Crepita E morre Saudade Ofuscante Busca O Norte Amor Desamor Princípio E fim [loucura de mim] Autora: Rita Sá, 16/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima CASTIGO Prendes-me no freio Rasgas-me a carne Bates-me na alma Com toda a força Do teu desamor. Eu quebro perdida Triste Enlouquecida Por te amar [sem mais] Demais. Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AQUARELA Pôr do Sol Pôr de mim Fim de tarde [Meu] Em ti Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VALSA LENTA Movimento contínuo Dança lenta Balada enlouquecida Batida leve Mágoa brilhante Dor sem sangue Amor sem fim Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima RESTOS Estilhaços de mim espalhados por aí nessa estrada cheia de ti Espelho quebrado ao vento Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima A MORTE DO SORRISO Que havia sido O sorriso [o meu] Que te prendera E agora Que já não sei mais Como re-sorrir Perco-te Num rosto fechado [endoidecido] Sobre o nada Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima
Tu E Eu [fico] Perdida [sem ti] E Esquartejada [sem mim] Autora: Rita Sá, 18/12/1999 [Revisto por Luiz de Aquino] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AREAL desejo-te em mar rodopio de sangue minha porcelana quebrada em véu de marfim carne em pedra vento em chamas fugindo louco tão louco de mim. Autora: Rita Sá, 09/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AS CORES DA SAUDADE há em mim uma imensa valsa branca e dentro dela pequenos tangos amarelos aqui a noite é eterna não contém [nela] nem principio nem fim aqui dentro de mim corre a veia e tudo é vazio [de ti] Autora: Rita Sá, 09/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima BARQUEIRO Neste mar de música Sons e melodias Embalo-me Balançando Suavemente Ao sabor das ondas Buscando A eterna chegada Dum barquinho Que me navegue Docemente Além da outra margem Autora: Rita Sá, 15/12/1999 [Revisto por José Félix] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VEIA Rio Corrente Queima E escorre Sangue Palpitante Crepita E morre Saudade Ofuscante Busca O Norte Amor Desamor Princípio E fim [loucura de mim] Autora: Rita Sá, 16/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima CASTIGO Prendes-me no freio Rasgas-me a carne Bates-me na alma Com toda a força Do teu desamor. Eu quebro perdida Triste Enlouquecida Por te amar [sem mais] Demais. Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AQUARELA Pôr do Sol Pôr de mim Fim de tarde [Meu] Em ti Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VALSA LENTA Movimento contínuo Dança lenta Balada enlouquecida Batida leve Mágoa brilhante Dor sem sangue Amor sem fim Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima RESTOS Estilhaços de mim espalhados por aí nessa estrada cheia de ti Espelho quebrado ao vento Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima A MORTE DO SORRISO Que havia sido O sorriso [o meu] Que te prendera E agora Que já não sei mais Como re-sorrir Perco-te Num rosto fechado [endoidecido] Sobre o nada Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima
desejo-te em mar rodopio de sangue minha porcelana quebrada em véu de marfim carne em pedra vento em chamas fugindo louco tão louco de mim. Autora: Rita Sá, 09/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AS CORES DA SAUDADE há em mim uma imensa valsa branca e dentro dela pequenos tangos amarelos aqui a noite é eterna não contém [nela] nem principio nem fim aqui dentro de mim corre a veia e tudo é vazio [de ti] Autora: Rita Sá, 09/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima BARQUEIRO Neste mar de música Sons e melodias Embalo-me Balançando Suavemente Ao sabor das ondas Buscando A eterna chegada Dum barquinho Que me navegue Docemente Além da outra margem Autora: Rita Sá, 15/12/1999 [Revisto por José Félix] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VEIA Rio Corrente Queima E escorre Sangue Palpitante Crepita E morre Saudade Ofuscante Busca O Norte Amor Desamor Princípio E fim [loucura de mim] Autora: Rita Sá, 16/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima CASTIGO Prendes-me no freio Rasgas-me a carne Bates-me na alma Com toda a força Do teu desamor. Eu quebro perdida Triste Enlouquecida Por te amar [sem mais] Demais. Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AQUARELA Pôr do Sol Pôr de mim Fim de tarde [Meu] Em ti Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VALSA LENTA Movimento contínuo Dança lenta Balada enlouquecida Batida leve Mágoa brilhante Dor sem sangue Amor sem fim Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima RESTOS Estilhaços de mim espalhados por aí nessa estrada cheia de ti Espelho quebrado ao vento Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima A MORTE DO SORRISO Que havia sido O sorriso [o meu] Que te prendera E agora Que já não sei mais Como re-sorrir Perco-te Num rosto fechado [endoidecido] Sobre o nada Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima
há em mim uma imensa valsa branca e dentro dela pequenos tangos amarelos aqui a noite é eterna não contém [nela] nem principio nem fim aqui dentro de mim corre a veia e tudo é vazio [de ti] Autora: Rita Sá, 09/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima BARQUEIRO Neste mar de música Sons e melodias Embalo-me Balançando Suavemente Ao sabor das ondas Buscando A eterna chegada Dum barquinho Que me navegue Docemente Além da outra margem Autora: Rita Sá, 15/12/1999 [Revisto por José Félix] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VEIA Rio Corrente Queima E escorre Sangue Palpitante Crepita E morre Saudade Ofuscante Busca O Norte Amor Desamor Princípio E fim [loucura de mim] Autora: Rita Sá, 16/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima CASTIGO Prendes-me no freio Rasgas-me a carne Bates-me na alma Com toda a força Do teu desamor. Eu quebro perdida Triste Enlouquecida Por te amar [sem mais] Demais. Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AQUARELA Pôr do Sol Pôr de mim Fim de tarde [Meu] Em ti Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VALSA LENTA Movimento contínuo Dança lenta Balada enlouquecida Batida leve Mágoa brilhante Dor sem sangue Amor sem fim Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima RESTOS Estilhaços de mim espalhados por aí nessa estrada cheia de ti Espelho quebrado ao vento Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima A MORTE DO SORRISO Que havia sido O sorriso [o meu] Que te prendera E agora Que já não sei mais Como re-sorrir Perco-te Num rosto fechado [endoidecido] Sobre o nada Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima
Neste mar de música Sons e melodias Embalo-me Balançando Suavemente Ao sabor das ondas Buscando A eterna chegada Dum barquinho Que me navegue Docemente Além da outra margem Autora: Rita Sá, 15/12/1999 [Revisto por José Félix] Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VEIA Rio Corrente Queima E escorre Sangue Palpitante Crepita E morre Saudade Ofuscante Busca O Norte Amor Desamor Princípio E fim [loucura de mim] Autora: Rita Sá, 16/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima CASTIGO Prendes-me no freio Rasgas-me a carne Bates-me na alma Com toda a força Do teu desamor. Eu quebro perdida Triste Enlouquecida Por te amar [sem mais] Demais. Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AQUARELA Pôr do Sol Pôr de mim Fim de tarde [Meu] Em ti Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VALSA LENTA Movimento contínuo Dança lenta Balada enlouquecida Batida leve Mágoa brilhante Dor sem sangue Amor sem fim Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima RESTOS Estilhaços de mim espalhados por aí nessa estrada cheia de ti Espelho quebrado ao vento Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima A MORTE DO SORRISO Que havia sido O sorriso [o meu] Que te prendera E agora Que já não sei mais Como re-sorrir Perco-te Num rosto fechado [endoidecido] Sobre o nada Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima
Rio Corrente Queima E escorre Sangue Palpitante Crepita E morre Saudade Ofuscante Busca O Norte Amor Desamor Princípio E fim [loucura de mim] Autora: Rita Sá, 16/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima CASTIGO Prendes-me no freio Rasgas-me a carne Bates-me na alma Com toda a força Do teu desamor. Eu quebro perdida Triste Enlouquecida Por te amar [sem mais] Demais. Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AQUARELA Pôr do Sol Pôr de mim Fim de tarde [Meu] Em ti Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VALSA LENTA Movimento contínuo Dança lenta Balada enlouquecida Batida leve Mágoa brilhante Dor sem sangue Amor sem fim Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima RESTOS Estilhaços de mim espalhados por aí nessa estrada cheia de ti Espelho quebrado ao vento Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima A MORTE DO SORRISO Que havia sido O sorriso [o meu] Que te prendera E agora Que já não sei mais Como re-sorrir Perco-te Num rosto fechado [endoidecido] Sobre o nada Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima
Prendes-me no freio Rasgas-me a carne Bates-me na alma Com toda a força Do teu desamor. Eu quebro perdida Triste Enlouquecida Por te amar [sem mais] Demais. Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima AQUARELA Pôr do Sol Pôr de mim Fim de tarde [Meu] Em ti Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima VALSA LENTA Movimento contínuo Dança lenta Balada enlouquecida Batida leve Mágoa brilhante Dor sem sangue Amor sem fim Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima RESTOS Estilhaços de mim espalhados por aí nessa estrada cheia de ti Espelho quebrado ao vento Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima A MORTE DO SORRISO Que havia sido O sorriso [o meu] Que te prendera E agora Que já não sei mais Como re-sorrir Perco-te Num rosto fechado [endoidecido] Sobre o nada Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima
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Movimento contínuo Dança lenta Balada enlouquecida Batida leve Mágoa brilhante Dor sem sangue Amor sem fim Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima RESTOS Estilhaços de mim espalhados por aí nessa estrada cheia de ti Espelho quebrado ao vento Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima A MORTE DO SORRISO Que havia sido O sorriso [o meu] Que te prendera E agora Que já não sei mais Como re-sorrir Perco-te Num rosto fechado [endoidecido] Sobre o nada Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima
Estilhaços de mim espalhados por aí nessa estrada cheia de ti Espelho quebrado ao vento Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima A MORTE DO SORRISO Que havia sido O sorriso [o meu] Que te prendera E agora Que já não sei mais Como re-sorrir Perco-te Num rosto fechado [endoidecido] Sobre o nada Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima
Que havia sido O sorriso [o meu] Que te prendera E agora Que já não sei mais Como re-sorrir Perco-te Num rosto fechado [endoidecido] Sobre o nada Autora: Rita Sá, 17/12/1999 Gostou desta página? Envie para um(a) amigo(a) especial, via E-Mail ou pelo ICQ Anterior Menu de Poesias Próxima
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